E sempre no primeiro uma mão me segura, a queda é quase inevitável. vejo a mão que segura meu pé, é a minha, mas ao mesmo tempo não é.
O medo é cruel e cumpre bem seu papel, papel que corta igual navalha, deixando suas cicatrizes por onde passa.
Olá senhor medo, será que você poderia me deixar viver?
to cansado de me esconder.
Sr aglomerado de átomos
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